NANDA FER PIMENTA VENCE SLAM DéF NA CASA FRIDA - e é a primeira mina a fazê-lo



A supernova, supermina e superpoeta Nanda Fer Pimenta foi a grande vencedora da última edição do SLAM DéF, uma nova modalidade de eventos de poesia que surgiu do nada e já faz parte da cultura Brasiliense, ou melhor, da periferia Brasiliense,

Trata-se de uma espécie de batalha de rimas, mas sem rap nem, necessariamente, rimas, mas sim de poemas e interpretação poética, com ênfase na pronunciação de palavras (spoken word, como é conhecido).

é um conceito estranho, quando imaginado, mas compreensivo, quando vivenciado: quem testemunhou percebeu que a competitividade ficava em segundo plano, e que o formato fornece um alto nivel de energia, dinâmica e atenção para as famosas rodadas de recitação de poesia em saraus, recitais e outros tipos de evento tão populares na nossa cidade.

A divina, magnífica, magistrla, DIVA Nanda Pimenta venceu em disparada, com todo o louvor, essa última edição que foi sediada e organizada pela Casa Frida, em conjunção com o SLAM DéF. 

Segunda a organização e o público, a competição foi de altíssimo nível, com ótimos poemas autorais e interpretações vivas e ousadas, mas de todas, nanda pimenta se destacou e levou o primeiro lugar

Pelo ring, passaram o planaltinense Luís Felipe Viteli, o paranoense Will Mello, a professora Mari, a paranoense-sansebastianense-supernova Amanda Michaelis, devana babu, etc

na grande final ficaram Nanda, em primeiro lugar, o rapeiro blackpower Hudson Dias, em segundo, e o outro mano do black power leonardo ortegal, vindos de outras quebradas irmãs.

Essa foi a terceira edição do SLAM DéF. A Primeira em São Sebastião. Nanda foi a primeira mina a ganhar o SLAM DéF, e saiu levando essa linda bandana que vocês a vêem ostentando na foto acima, num animado bom dia, e uma tatuagem que presenteou a sua cunhada, Victoria Queen, em troca de uma grata surpresa: Ela recitou, após muitos anos, o Operário em Contrução, de Vinícius de Moraes, na íntegra! 

outra surpresa ficou por conta de zeca oreba, que roubou a cena recitando A Canção do Colégio, poema-manifesto contra o sistema carcerário dito escolar. perguntaram a zeca oreba se o poema era dele e ele disse: "vamos dizer que sim".

Nossa magnífica, amável e diplomata porreta, Hellen Christian Roussef também deu o ar de sua extrema graça em poemas de um erotismo delicado e delicioso entre mulheres, ainda fora da competição (pois rolou muita poesia não competitiva).

em resumo, foi uma noite memorável e transbordante de poesia, surpresa e emoção.

que venham os próximos.



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