Felicidade clandestina




Alguns usam a espiritualidade, outros, o dinheiro.
Viver é algo muito pessoal para que eu julgue a partir de padrões feitos. O que eu quero escrever é roubado de Clarice (Lispector): felicidade clandestina. E é isso que eu aprendi com ela, a inventar felicidade. Mas quem foi que a criou antes de mim e (pior que isso) para mim?
O que é isso que todos falam, que todos querem e merecem?
Na verdade, acho que esse conceito só foi criado para continuarmos seguindo nossas vidas, já que não sabemos seus “ondes” nem “porquês”. Aquele que criou todas as coisas é esperto, fez também mecanismos (secretos) para nos mantermos vivos.

Samba Raul!

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