Devana Babu, novo colaborador do blog do Móveis Coloniais de Acaju!



Por Fábio Pedroza

fazia muito tempo que não ia a um show em brasília em que o móveis não estava tocando. um erro, eu sei. mas a vida tem dessas.

felizmente, quebrei essa não rotina. não me lembro o dia, nem se de fato era uma terça-feira. foi na edição de março do evento "rock sem fronteiras", organizado pelo pessoal do trampa (http://www.myspace.com/bandatrampa), banda amiga aqui de brasília.

evento bem bacana, num dos locais mais tradicionais da cidade, o teatro garagem. entrada franca, som bom, ônibus gratuito para o pessoal de são sebastião (cidade do df). tocaram nesse dia cassino supernova (http://www.myspace.com/cassinosupernova), lafusa (http://www.lafusa.net)  e velho e usados (http://www.velhoseusados.com/). três bandas que é legal ficar de olho. a primeira faz parte do coletivo esquina, pessoal que fez o grito rock brasília e com quem esperamos fazer várias parcerias. as outras duas bandas são de amigos de muito tempo! o diego, do velhos já tocou com a gente em várias ocasiões em que o bc não podia, o lafusa foi o recordista de participações no convida.

mas vamos voltar ao que tinha me proposto para esse texto: apresentar a seção o nosso primeiro convidado: o devana babu

antes de começar o show, o andré noblat, vocalista do trampa me apresentou o devana: "fabio, deixa eu te apresentar um cara que é demais. escreve textos incríveis! o primeiro que li, ele escreveu com 14 anos! você tem de conhecê-lo! estou tentando abrir um espaço no blog do meu pai pra ele escrever"

na hora nem pensei muito bem, mas me veio à cabeça que ele podia ser o primeiro de uma ideia já plantada em outras reuniões do móveis por alguém: publicar textos que não fossem do móveis e não falassem do móveis.

se o pessoal do móveis escreve sobre vários assuntos, e temos o cupins publicando textos de outras pessoas sobre o móveis, por que não colocar também outras pessoas escrevendo sobre esses mesmos (e outros) vários assuntos?

e fiz o convite!

podíamos chamar jornalistas, críticos, amigos, etc. mas o devana me pareceu a melhor opção: por quem ele é, pelo o que ele faz, de onde ele vem, etc, etc.

fiz uma busca rápida no google (http://www.google.com.br/search?q=devana+babu&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:en-US:official&client=firefox-a) sobre nosso colaborador, li alguns textos que ele me mandou, vi o seu blog. simplesmente de mais!!! curti muito!

como espero que ele fique aqui com a gente por muitos textos, não vou enrolar mais.

com vocês, devana babu:


Fonte: Móveis Coloniais de Acaju. Post de 15/04/2010. Disponível em http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/blog/1065.


como diria Augusto: Eu.

Muito Prazer! Eu sou você amanhã... Só não me apresentei antes por medo de desmotivar. Mas não tenho mais medo, por isso me apresentarei agora. Meu nome é devana babu. Eu não vacilei na revisão do texto não. Eu gosto de escrever meu nome com letras minúsculas, porque eu acho letras maiúsculas a maior frescura. Infelizmente as leis de estilística, as convenções literárias e a gramática (ou código penal?) me obrigam a escrever todo o resto com as devidas letras maiúsculas. Mas só de pirraça eu escrevo o meu próprio nome em minúsculas, já que o nome é meu (se bem que quem me deu ele foi meu pai, mas dado é dado, não pode ser tomado). E essa é minha pequena vingancinha!

Agora deixando as bobagens de lado, eu fui convidado pelo Fabio Pedroza para colaborar com o sítio dos Móveis Coloniais de Acaju. Quem me apresentou ao Fabio foi o André Noblat, vocalista da banda Trampa, amigo antigo e grande companheiro, que tem muito a ver com a minha história e com a história cultural da minha cidade. Desde agora quero agradecer pela oportunidade de escrever nesse blogue. Acho que vai ser bem legal. Ainda não conheço os outros caras dos móveis, exceto pela fama que os precede e pelas músicas deles que fazem parte da minha playlist.

Mas vamos falar sobre mim (não que eu goste). Não sei exatamente por onde começar, mas sei que nem sempre o ideal é começar pelo começo. A primeira coisa sobre mim é que sou morador de São Sebastião. São Sebastião é uma cidade-satélite que fica a apenas 20 quilomêtros e alguns milhões de reais de pontes de Brasília. O termo "cidade-satélite" é considerado, hoje, um termo pejorativo, mas eu acho a palavra bonita e muito sci-fi. E quem manda nas palavras somos nós, e eu quero que ela seja uma palavra do bem. Para quem não sabe, todos os tijolos que construíram Brasília saíram de São Sebastião. Se duvida, pergunte à Edvair Ribeiro. "Ele estava lá". mas isso não é assunto para agora.

Eu sou pseudo-escritor, aspirante a jornalista, dublê de poeta, ensaio de músico e esboço de quadrinista.

Pseudo-escrevendo, já escrevi uma pá de crônicas e artigos, todos com temáticas pseudofilosóficas baseadas puramente na minha observação sobre as coisas ao meu redor. Costumava publicar essas crônicas num pseudojornal que eu inventei quando estudava no ensino médio. Quando digo jornal me refiro a uma publicação de duas páginas chamequinho grampeadas e xerocadas que eu distribuía de mão em mão pra galera. O nome "disso" era A Gazeta do Oprimido, um nome bem pomposo, mas puramente irônico. Com temáticas no mínimo polêmicas, o jornal causou algum frisson na escola e fez alguns professores se descabelarem. Já quase deu morte!

Eu faço parte do movimento cultural da minha cidade. Participei, desde a fundação até antontem, por sete anos, do grupo Radicais Livres S/A, fundado por meu pai, Paulo Dagomé, Júlio César Cavalcante, Célio Mão-de-Aço, Nanah Farias (minha mãe), Priscila Sena, Bia Estiano e Zeca Oreba, que tinha acabado de nascer, além de um monte de gente. Hoje nós fazemos parte do grupo SuperNova, tanto meu pai quanto os outros membros-fundadores. Nós realizamos saraus, eventos, exposições e tudo o que traz a arte à tona.

Continuando, também já publiquei algumas coisas no jornal Hoje Em Dia - Caderno Brasília. Os caras tinham feito uma matéria comigo, que foi inspirada numa matéria que os caras do Correio Braziliense fizeram comigo, que por sua vez foi inspirada num artigo que o David Coimbra do Zero Hora fez comigo, que leu um livro que eu escrevi com meu grande amigo Luís Próton, que era filho da Eva, que não tem nada a ver com essa história. Aí eles queriam que eu escrevesse como colunista no jornal, mas como na época eu era de menor a vara de infância PROIBIU o jornal de me contratar. Me pergunto sob que pretexto... Será que eles achavam que o Otto Sarkis, editor do jornal, ia me botar para trabalhar num canavial? Enfim... Ainda assim continuei colaborando esporadicamente com o jornal, e ganhava uns trocados.

A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo e também publicava no jornal Radical News, dos Radicais Livres, e editei o blogue dos Radicais por dois anos. Agora estou editando o Blog do SuperNova (SuperNovas), e bolando o Magazine SuperNova.

Musicalmente falando, faço parte da banda de hardcore Coliformes Fecais, junto com o performático Gill William Anselmo, o erudito e boêmio Chiquinho Ypioca e o grande musicista e conhecedor Nilson do Violão. Mamãe bem que me disse que eu tinha o dom; já cantava Sandy e Júnior sem sair do tom!

Também gosto de mexer com quadrinhos. Tenho um grupo de quadrinistas que se reúne semanalmente, junto com Luís Próton (que desenha comigo das antigas e já publicou umas coisas comigo), Sakuro Sama (um puta desenhista), Ricardo Samba Raul (um puta artista e puta fã dos Móveis, não perde um show) e Chibi-Chan (chibi quer dizer pequeno mas ela é uma Grande Manga-Ka. Não vou dizer uma puta Manga-Ka, porque pode pegar mal).

Por último, eu sou "Pilhador de Eventos". Participo ativamente do movimento de rock de São Sebastião e organizo bimestralmente o evento SupeRrrrrrrrock (com múltiplos "erres"), junto com os companheiros velhos de guerra Eduardo Cabeção, Peter Punk (Pedro), Miguel Arkanjo, Raylan Pereira, Gill William, Próton (de novo...) e mais uma galera. Também trabalho com artes gráficas (leia-se coreldrau e fotoxópi) e com edição de sites (leia-se personalização de layout de blogspot). Não é tudo mas é tudo, eu acho. Ou não. A não ser que talvez. Como já deve ter sido notado a essa altura, a capacidade de síntese não é minha maior virtude, pelo contrário, é o meu Calcanhar de Aquiles, porque eu escrevo compulsivamente e nunca sei a hora de parar. Por exemplo, nesse exato momento eu estou pensando se eu falei tudo o que deveria falar e como concluir esse texto de uma forma coerente e, quem sabe, impactante, com alguma frase de efeito ou quem sabe alguma piada espirituosa mas, quer saber, acho que o melhor é eu não concluir.

Saiba mais

Se você quiser saber mais sobre o universo que me cerca, terá de acessar esses planetas:

http://www.osupernova.blogspot.com/
(blogue do supernova)

http://www.oculusglobulus.blogspot.com/
(blog sobre nossos quadrinismos)

http://www.dagomeh.blogspot.com/
(blogue do meu genitor e mentor e provedor hehe)

http://www.euumgrio.blogspot.com/
(blogue de Edvair Ribeiro, meu ídolo, fundador da minha cidade)

http://www.cemfinslucrativos.blogspot.com/
(outro ídolo e mentor e inspiração, Tius Cláudius)

http://www.lopenetra.blogspot.com/
(blog super engraçado do eduardo cabeção)

http://www.parada21.blogspot.com/
(blog editado pelo raylan sobre a rua onde eu moro. exatamente, sobre a rua!)

http://www.bizarrecolors.blogspot.com/
(blog do Sakuro-Sama, meu oni-sama)

http://www.palcomp3.com.br/bandacoliformesfecais
(minha banda)

http://www.inthevalantineday.blogspot.com/
(blog de umas garotas espertas de são sebastião)

http://www.valmirjuntocomvoce.blogspot.com/
(blog de humor do parceiro Valmir)

http://www.seilacomo.blogspot.com/
http://www.nemseitambem.blogspot.com/
(blogs da doidinha da sara)

e por hora é só. o resto é só seguir os links. divirtam-se.



Fonte: Móveis Coloniais de Acaju. Post de 15/04/2010. Disponível em http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/blog/1063.



(DO CO-EDITOR DANIEL: aqui estou eu, de novo, o algoz das leis de estilística, o verdugo das convenções literárias e o carcereiro da gramática (ou código penal?), para enquadrar o Devana... Não adianta, seu proto-subversivo de araque, "longe do meu domínio, você vai de mal a pior"... Vou deixar a última frase do seu texto como exceção à regra, uma concessão. Mas não vai se acostumando mal, seu adorador do diabo do "nariz-de-cera"...)

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