Trevo da Morte em São Sebastião (BR 251/DF 473): ATÉ QUANDO?!

 

Por volta das 17 horas do dia 13/02/2012, a funcionária pública aposentada Célia da Cunha Nunes entrou para a triste estatística de vitimas do chamado "Trevo da Morte", entroncamento que liga a BR 251 à DF 473, acesso à cidade de São Sebastião.
Em um conjecturado erro de cálculo, ela tentou acessar a DF 473 e foi colhida por uma carreta que trafegava no sentido Brasília-Unaí. Teve o seu veiculo arrastado uns 200 metros, até que foram cair no barranco (seu veiculo e a carreta), à direita da pista. Ambos o carros destruídos, ela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no hospital.
Inúmeras vidas já foram ceifadas neste fatídico local, que tem um traçado geográfico complicado. Uma curva antecede um declive, os motoristas no acostamento de acesso tem a visão prejudicada pelo morro no inicio da curva em declive e no periodo da tarde, o reflexo do sol poente no espelho retrovisor, prejudica muito a visão o motorista. A população da cidade de São Sebastião e sua adjacências aumentou. Sua frota de veiculos idem. Junto a isso o trânsito de veiculos pesados-caminhões e carretas, e temos o palco propício para o desencadeamento desses acidentes que vão continuar, se não for feito uma adequação urgente, à realidade atual, no traçado da pista nesse local da rodovia.
Mais uma família traumatizada e enlutada em São Sebastião e fica no ar a pergunta que não quer calar: ATÉ QUANDO ESSAS TRAGÉDIAS CONTINUARÃO A ACONTECER?

Edvair Ribeiro, em 15/12/2012.

Edvair Ribeiro

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