Meu tributo a "Rocky, Um Lutador"

Por Daniel Pereira da Silva

"Rocky, Um Lutador" (1976, drama, 120 minutos), dirigido por John Avildsen, escrito e protagonizado por Sylvester Stallone, vencedor de três Oscars, é um filme despretensioso, mas que me fez chorar.
A fórmula do sucesso do longa-metragem, que teve um orçamento baixo (US$ 1.000.000,00) e uma bilheteria estrondosa (US$ 225.000.000,00), é, entre outras qualidades, a simplicidade do roteiro e a magnífica atuação dos atores.
Mas o que eu gostaria mesmo de destacar é uma inusitada similaridade com temas de fundo bíblico, como o confronto entre Davi e Golias e mesmo o martírio de Jesus. Como não comparar, guardadas as devidas proporções, o consolo de Maria com o de Adrian, nos momentos de maior intensidade dramática dos seus respectivos pares?


Existem dois momentos apoteóticos do nosso anti-heroi, meus preferidos: a escalada do treinamento de Rocky, ao som da epifania de Bill Conti ("Gonna Fly Now"), e a sequência final, com a luta derradeira contra Apollo Creed.
Resumindo, sem spoiler: o filme é a história de um enjeitado, que apanha, apanha, apanha e, apesar dos pesares, contra tudo e todos, resiste e se supera. Enfim, uma bela lição sobre a nossa condição humana. Sem dúvida, um digno clássico do cinema!

Daniel Pereira da Silva

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