A Noite Ilustrada


"Fechamos a mão, criando apenas um punho. Um punho com força de cinco dedos desenvolvidos e... BAM!"

Foi com alguma coisa parecida com isso que gerou um encontro íntimo e pessoal, de algumas cabeças que em tudo vêem proporção, profundidade, sombras, cores, linhas, formas. A classe talvez mais ignorada, às vezes tachados de nerds, às vezes temidos por tanta introspectividade (Sakuro-Sama), às vezes tão simples e tão complicados (cof cof): Artistas!

Lá, tínhamos sim, poucas pessoas que estavam ao som de vinil e risadas, observando e interferindo nas imagens de Ricardo Caldeira. Alguns levaram seus desenhos, alguns fizeram seus desenhos lá. Outros, só admiravam com uma inveja saudável.

Os demais ficaram meio que hipnotizados por lobisomens que cruzavam as rodas de conversas, enquanto outras pessoas cediam os seus corpos para arte. Rabiscos por todo o corpo e neles a informação que cada um queria passar para o mundo. 


Tudo íntimo e livre. Algo como um grupo secreto. Algo único, unindo no mesmo lugar pessoas que doravante não são mais solitárias. Achamos os que nos vêem como desenhos. Achamos os donos dos traços. Achamos os desenhistas, poetas, músicos, dançarinos, circenses, guardas loucos pelos anos 60, Chica (a cachorra)... Achamos a arte. Achamos o caminho.

A ARTE COMO CAMINHO!

Anne K.

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